Conjunto de informações directamente exploráveis, geralmente estruturadas em base de dados e cobrindo um domínio particular do conhecimento. Os bancos de dados são, geralmente, constituídos e mantidos por instituições específicas, organismos públicos ou associações profissionais, através de redes nacionais e internacionais de informática. (Ingl. Data Bank)
Unidade de velocidade de transmissão, medida em símbolos por segundo. A velocidade em baud só é equivalente a bits por segundo quando cada símbolo representa exactamente um bit.
Ver: BAUDOT
Émile Baudot, engenheiro francês (1845-1903), inventor do telégrafo impressor. Deu o seu nome ao código de transmissão utilizado no telex e nas linhas telefónicas e à unidade de velocidade de modulação, o Baud.
Trata-se de um computador acessível por modem e linha telefónica que funciona como servidor de informações. Os utilizadores podem trocar mensagens e ficheiros. Muitas BBS estão ligadas à Internet.
Acrónimo de Basic Input/Output System. Sistema básico de entrada/saída que controlam as operações entre o computador e os vários periféricos. Assim, sempre que o computador é ligado à corrente, inicia a Bios inicia funções.
É o símbolo da velocidade de transmissão binária e significa bits por segundo, também designado por bit/s; é habitual usar múltiplos associados ao símbolo, tais como Kbps, Mbps, Gbps.
Equipamento usado para ligar duas redes informáticas separadas. A bridge trabalha nos níveis 1 e 2 do modelo OSI, pelo que é independente do protocolo da rede. A bridge aumenta a eficiência da rede ao permitir apenas a passagem dos pacotes de dados destinados ao outro segmento. As bridges locais interligam duas redes no mesmo local enquanto as bridges remotas interligam duas redes remotas através de rede pública ou de circuitos privados.
Acrónimo que designa uma sequência de dígitos binários (bits contíguos), codificados como uma unidade e com um significado específico para um computador. É constituído por oito bits, também designado por octeto.
Discos não-magnéticos de metal polido cuja finalidade é armazenar informações digitais. Os discos são lidos por um mecanismo óptico que utiliza uma fonte de luz de alta intensidade, como um laser, e um conjunto de espelhos. (Port. Disco Compacto)
Também chamado CD. Meio de armazenamento caracterizado pela alta capacidade (aproximadamente 660 megabytes por disco) e pelo uso de técnicas ópticas de laser na leitura dos dados, em vez do electromagnetismo. (Port. Disco Compacto)
Equipamento electrónico que aceita informação e a processa matematicamente, segundo instruções previamente estabelecidas e fornece os resultados desse processamento. (Ingl. Computer)
Numa rede de computadores, é o computador que fornece serviços, como cálculo e acesso a bases de dados, e que pode realizar funções de controlo de rede. (Ingl. Host Computer)
Qualquer computador que possa ser transportado com facilidade. Os computadores portáteis costumam ser classificados segundo seu tamanho e peso. (Ingl. Portable Computer)
Transferência electrónica de documentos através da rede pública de comunicação de dados. Ou seja, a permuta de documentos entre computadores (facturas, recibos, contratos, notas de encomendas, etc.) sem trânsito de papéis.
Trata-se do processo que permite a um equipamento simular um outro equipamento; por exemplo, um micro-computador (PC) pode emular um terminal correndo um programa que transforma o micro-computador (PC) nas especificações de um terminal.
Função de software ou de hardware que permite seleccionar um dado elemento de entre um conjunto de elementos do mesmo tipo, através do cálculo de um endereço.
1) Modo de identificar os nós da rede. Cada nó possui um endereço único que lhe permite reconhecer a informação que lhe é dirigida. Estes endereços são normalmente números binários no que se refere à rede, mas correspondem muitas vezes a termos definidos pelo utilizador como "impressora" ou "ficheiro", a fim de tornar o endereçamento na rede mais fácil. 2) Destino de uma mensagem num sistema de comunicações. 3) Localização no armazenamento da informação num sistema de processamento de dados. (Ingl. Address)
Número único de 6 bytes que identifica o construtor do periférico da rede e o número de série do periférico. Trata-se de um endereço físico que não se pode alterar. Não há dois endereços iguais em todo o mundo.
1) Inicialmente surgiu como o nome para LAN desenvolvida pela Xerox, Digital e Intel, mas hoje designa o método de acesso CSMA/CD e o tipo de cabo da norma ISO 8802/3 e IEEE 802.3 para as LAN. 2) Tipo de rede local. Ethernet e Token-Ring são as duas redes mais usadas.
Rede europeia de transmissão de dados por comutação de pacotes encomendada pela União Europeia e inaugurada em 1980. Destina-se a permitir o acesso aos bancos de dados científicos e técnicos dos países da Comunidade.
Termo usado para descrever uma área de uma Intranet disponibilizada para acesso externo. Para o acesso exterior a essa parte da Intranet é necessário autenticação de entrada. Também designada Outernet.
1) Fibra óptica que permite apenas um modo de propagação (um só feixe luminoso), a um determinado comprimento de onda. 2 ) Fibra óptica cujo núcleo de pequeno diâmetro transmite uma banda muito estreita de frequências luminosas produzidas por laser, com um mínimo de dispersão. (Ingl. Single Mode Fiber)
Fibra óptica desenhada com um núcleo relativamente grande que permite a ligação com fontes luminosas, como os díodos emissores de luz (LED), que são maiores que os lasers.
É um protocolo de transferência de ficheiros entre computadores em redes TCP/IP. É um processo mais generalizado de transferir ficheiros através de dois "sites" da Internet.
Qualidade atribuída aos programas de computadores, cujas operações imitam a actividade intelectual humana, expandindo assim o alcance das aplicações informáticas. (Ingl. Artificial Intelligence)
Possibilidade de transferência de informações como pedidos e facturas de um computador para outro, através de uma rede de comunicações. Para que o intercâmbio se viabilize, os utilizadores, têm que entrar em acordo, quanto a padrões de formatação e troca de informações. Um desses padrões é o protocolo X.400, criado com a finalidade de ser aplicado ao modelo de rede chamado Open Systems Interconnection (OSI), desenvolvido pela International Organization for Standardization (ISO).
É um protocolo de rede (nível 3 OSI) usado para estabelecer um serviço connectionless para o protocolo de transporte superior. É responsável por descobrir e manter a informação de topologia de rede e por encaminhar os pacotes através de rede. Combinado com o TCP é designado por TCP/IP.
É um protocolo similar ao IP desenvolvido pela Novell Netware. Este protocolo permite direccionar pacotes de informação numa rede local ou área geográfica.
1) Rede mundial de comunicações electrónicas que evoluiu a partir dos serviços telefónicos existentes. O objectivo da ISDN é substituir as linhas telefónicas actuais, que exigem a conversão de sinais digitais em sinais analógicos, por recursos de comutação e transmissão totalmente digitais, capazes de transformar dados de voz, computador, música e vídeo. A ISDN utiliza dois tipos principais de canais de transmissão: um canal B, que transporta dados à velocidade de 64 Kbps (kilobits por segundo), e um canal D, que transporta informações de controle a 16 ou 64 Kbps. 2) Rede digital integrada que proporciona ligações digitais entre os utilizadores. Permitirá suportar todos os serviços de telecomunicações (RDIS). (Port. RDIS -Rede Digital com Integração de Serviços)
Uma LAN é uma rede de dados de alta velocidade onde a distância entre os diferentes componentes é limitada a umas centenas de metros. (Port. Rede Local).
Protocolo de ligação de dados adoptado pelo CCITT para utilização em redes públicas de dados com comutação de pacotes. Constitui a camada 2 da recomendação X.25. São utilizados três tipos de tramas: informação, supervisão e não numeradas (estas de controlo).
1) Adoptado pelo CCITT para o sistema de sinalização DSS1. É um protocolo nível 2 utilizado na RDIS, responsável pela protecção de toda a informação, transmitida no canal D em ambas as direcções, entre o utilizador e a rede, contra erros de sequência e de transmissão e pela atribuição única do terminal "endpoint identifier". Permite o controlo do fluxo de informação de pacotes, sinalização e telemetria, sendo cada um destes tipos de informação tratado no nível 3. (definido na rec. Q.920/1). 2) A estrutura de endereçamento do LAP D permite múltiplos terminais por instalação e múltiplas entidades no nível rede por terminal (entidade s-sinalização, entidade p-dados por pacotes, entidade t-telemetria).
1) Unidade funcional que modula e desmodula sinais. 2) É um equipamento que tem como funções fundamentais: a modulação (através da qual os sinais digitais fornecidos pelo terminal são modificados de modo a poderem ser transmitidos pelo meio que se pretende), a transmissão (pela qual se implementam modos de compensação de distorções de amplitude e fase que tenham ocorrido, através de filtragens e eventuais igualizações) e a desmodulação (através da qual se recuperam os sinais digitais originalmente construídos). Além destas funções principais, outras existem, opcionais, como as de "srambler" e "unscrambler". É sobretudo utilizado na conversão de sinais digitais pela porta de série de um computador em sinais analógicos modulados, para envio através da linha telefónica analógica e vice-versa.
Nome genérico para um driver de uma placa interface de rede de um DTE (PC, Workstation), que é independente de qualquer implementação de hardware ou software.
Documento emanado pelo CEPT, respeitante a normas de telecomunicações. As NET mais importantes para a RDIS são a NET3 (características eléctricas, mecânicas e dos protocolos para o acesso básico), a NET5 (características eléctricas, mecânicas e dos protocolos para o acesso primário) e a NET7 (características técnicas para TA X.21 e X.25).
Software próprio de interface entre as aplicações dos microcomputadores (PC) e a carta de rede usada para comunicar com outros microcomputadores (PC) na rede informática.
Conjunto de regras que na rede digital com integração de serviços regulamentam a velocidade da transmissão digital, comprimento da palavra e sinal de sincronização durante a transmissão de dados. Os Protocolos principais são X.25 (para redes por pacotes) e X.21 (para redes públicas comutadas).
Aplicação que serve de intermediária entre computadores e que possibilita a comunicação entre aplicações para computadores não interligados directamente. A integração de uma cache num proxy permite aumentar a velocidade da transferência no caso de acessos múltiplos à mesma informação.
TCP / IP (TRANSMISSION CONTROL PROTOCOL / INTERNET PROTOCOL)
É a plataforma de protocolos originária da rede ARPA, também conhecida como o conjunto de protocolos da Internet, que combina o TCP e o IP. Aplicações como o Telnet, FTP e SMTP pertencem ao TCP/IP.
É um conjunto de computadores que troca mensagens organizadas em "newsgroups". A Usenet não é um rede física e utiliza a Internet e usa outras redes para o transporte de informação.
1) Serviço suportado pela RDIS-BL permitindo uma conferência videotelefónica, bem como a ligação de diferentes videotelefones a estudos de conferência. 2) Sistema de comunicação áudio-visual em tempo real, partilhado por um grupo de pessoas.
Apresentação rápida de imagens de alta resolução e fidelidade cromática. Utilizado em aplicações de telecatálogo, arquivo e banco de imagens digitalizadas.
1) Sistema de transmissão de duas vias que utiliza uma rede telefónica para difundir e permitir a visualização, em terminais de vídeo, de texto e sinais gráficos obtidos a partir de uma base de dados de um computador central. 2) O videotexto fornece informações de uma grande variedade de bancos de dados, incluindo notícias, previsões do tempo, bancos e lojas. As informações são apresentadas em telas de dados chamada (páginas), que podem incluir tanto textos quanto gráficos simples. (Ingl. Videotext)
Rede privada "on-demand" baseada nas infraestruturas do operador público. A vantagem destas redes em relação às redes privadas dedicadas é que nas VPN é possível a atribuição dinâmica dos recursos de rede.
Despesas que podem ser deduzidas ao rendimento que está sujeito a imposto. Ex.: despesas de saúde, de educação, recibos de rendas. Estas despesas têm de ser comprovadas junto da administração fiscal através de factura ou recibo
Os contribuintes que não exercendo, qualquer actividade liberal ou comercial, pratiquem um acto isolado de caracter cientifico, artístico ou técnico , de prestação de serviços ou de caracter comercial, são dispensados de apresentar as declarações de inicio ou de cessação de actividade, por se tratar de um acto meramente ocasional. No entanto é sempre obrigatória a apresentação de uma declaração de rendimentos
É formado por: cônjuges e seus dependentes, pai e/ou mãe solteiros e os dependentes a seu cargo, cada um dos cônjuges ou ex-conjuges (conforme haja separação ou divórcio) e os respectivos dependentes
Forma de extinção das obrigações fiscais pelo decurso de determinado prazo. O prazo é geralmente de 5 anos, à excepção da sisa e do imposto sob sucessões e doações em que o prazo é de 10 anos
Sanção pecuniária (como a multa), que pune uma contra-ordenação, isto é, pune um facto ilícito resultante da inobservância de certas proibições ou imposições.